É comum vermos cenas da militância acadêmico esquerdo enlouquecida, nas quais entoa de forma agressiva, ensaiada e beligerante, quando está diante de alguém que se posiciona ideologicamente contrário a ela, a expressão "recua, facista, recua".
Quem assiste a essa cena de teatro decadente, fica perplexo com a imbecialidade e fanatismo que acomete parte da nossa juventude pseudo acadêmica.
Há um dito popular que apregoa que, se até os 25 anos você não foi comunista, você não tem coração e se continua comunista depois dessa idade, você não tem cérebro.
Enxarcada por décadas de ativismo subversivo ideológico comunosocialista, uma parcela da população, sobretudo aquela que se regozija por ter uma formação superior, obtida por meio dos programas de cotas e financiamentos "ofertados" pelos governos comunosocialistas e não com o dinheiro dos pagadores de impostos, não consegue fazer essa ruptura aos 25 anos.
Esses indivíduos deveriam atingir a maturidade física, intelectual e social e começarem a pagar os seus boletos, entendendo que não existe almoço grátis, mas continuam a ecoar, os seus mantras subversivos ideológicos por onde passam e ocupam, sejam postos em empresas privadas, ONG´s, escolas, hospitais e outros órgãos do serviço público bem como em qualquer outra instituição onde obtém seus recursos financeiros para sobreviverem.
Agora que são pais, mães, maridos, esposas ou tutores de um PET, pega mal reagirem aos seus opositores ideológicos com os mantras pueris aprendidos e ensaiados insistentemente nos diretórios acadêmicos e outros espaços de mobilização militante ideológica comunosocialista.
Com um olhar atento e treinado, podemos ver o comportamento "recua fascista, recua" se repetir, agora de forma mais secreta e sutil, nos grupos de Whatsapp, nas outras plataformas das redes sociais como Facebook, Instagram, rede X, etc, bem como nos encontros da vida real.
O "recua fascista, recua", dá lugar agora ao famoso "cancelamento virtual". Ou o oponente ideológico é bloqueado sumariamente, ou sofre um ataque intencional, direcionado e beligerante do grupo de ativistas virtuais recuafascistarecua, que participa daquela "conversa" na qual o "opositor fascita" expressa seu ponto de vista sobre algo, geralmente contraditório as bandeiras ativistas ideológicas dos comunosocialistas de plantão.
Não sendo bem sucedidos nessa imbecil e manjada manobra subversiva, entram no modo "vitimismo" e optam por desconectarem-se dos perfis ou dos grupos virtuais, nos quais fora "desrespeitado" com o argumento pueril de que não permanecem em grupos que foram criados para interações e trocas fofas e respeitosas sobre gostos musicais, gastronômicos, saudações aniversariantes, nada que viole a boa etiqueta das amenidades desejadas para cidadãos engajados nas demandas do mundo coletivo utópico, orientado por comportamentos minimalistas/arquitetônicos/ambientais, gourmet/veganos, PET/responsáveis/tutorados, nutricio/físico/yogados e intelecto/literário/viajados.
Tudo higiênico, clean, soft e estilo/vestuário/identitário adequado, conforme definiu e almejou o subversor mor onipresente.
A agressividade juvenil do "recuafascistarecua" foi substituída pela delicadeza e bons modos do indivíduo wolk/elaborado/comportado.
O plano de encarceramento ideológico dos resistentes a subversão comunosocialista foi concluído com sucesso.
Agora, os "fascistas" estão recuados, envergonhados, revelados, individualizados e confinados em suas insignificâncias, incapazes de expressarem suas opiniões e ideias nefastas, mesmo que sejam baseadas em fatos e verdades incontestáveis.
Ninguém dará a mínima para eles. Não querem saber o que ele pensa. Ou ele se retrata e se adequa ao estilo wolk/elaborado/comportado ou será engolido e execrado pelo aparato do sistema comunosocialista opressor, mais conhecido como "banimento virtual", que se manifesta, é claro, também nas interações sociais reais.
Finalmente a humanidade atingiu o modo "Barbarela". Agora é chic fazer sexo usando somente o contato das palmas das mãos. Penetração é algo démodé, anti-higiênico e pode gerar filhos.
É na sutiliza que se constrói e se sustenta o autoritarismo do pequeno tirano "recuafascistarecua".