quarta-feira, 13 de novembro de 2024

QUANTO MAIS FORMAÇÃO, MAIS DEFORMAÇÃO


O engodo da super formação continuada de professores e o fracasso da educação

Como explicar esse dilema que existe na educação pública brasileira:

Professores públicos cada vez mais qualificados, escolas públicas cada vez mais equipadas e alunos cada vez mais defasados e despreparados?

Será que tanta qualificação está beneficiando realmente os alunos ou somente os professores que a elas se submetem?

Taí um dilema interessante para professores que estão chegando nas redes públicas de educação refletirem.

Os professores das "antigas", com menos qualificação profissional que a obtida pelos atuais, conseguiam oferecer processos de ensino/aprendizagem dos seus alunos mais efetivos e valorizados pela sociedade civil.

Nas ciências biológicas, alunos de licenciatura, quase que na maioria, buscam carreira acadêmica a todo custo, fugindo da sala de aula.

Depois que chegam ao ápice da carreira acadêmica nas Universidades, defendendo teses e dissertações que muitas vezes abordam temáticas carregadas de ideologias e narrativas e quase nada de ciência prática e aplicada, não conseguindo nelas permanecerem, por falta de bolsas, fazem concursos para as redes públicas de educação, a fim de se manterem financeiramente e seguirem suas vidas "profissionais".

O que tenho visto de professores novatos na rede municipal de Belo Horizonte, especialistas, mestres e doutores de todas as áreas da licenciatura, pedirem exoneração, ou optarem por outras profissões, após alguns meses ou anos de sala de aula, não é brincadeira.

Quando não exoneram, mexem seus pauzinhos e conseguem uma colocação na secretaria de educação, a partir dos seus contatos nas universidades, para serem componentes de "equipes pedagógicas" que irão ditar o que devem fazer os demais professores que "encaram" as salas de aula todos os dias.

Com salários baixos, falta de incentivos financeiros, alunos desinteressados e indisciplinados, violência escolar crescente, currículos contaminados por pautas identitárias, greves políticas anuais e recorrentes,  a nossa profissão vai se sucumbindo a subversão comunista.

Passa então, a ser exercida por "professores" cada vez mais desqualificados, oriundos de cotas e facilitadores de ingresso na universidades, pois, como foram sub formados como alunos nas escolas públicas, a elas retornam como professores ou oficineiros para darem sequência ao ciclo perverso de subversão das nossas crianças e dos nossos jovens.

Sindicato dos professores atuam politicamente, pensando apenas no imposto sindical e nas mensalidades dos sindicalizados, nas suas greves políticas, para fingirem que estão "lutando" pelos professores, demonizando, de forma pacional, os administradores públicos da vez.

Colaboram, atuando as escondidas junto às secretarias de educação, as universidades e faculdades públicas, promovendo programas de super-qualificação docentes, muitas vezes inaplicáveis em sala de aula, tudo isso bancado com o dinheiro do pagador de impostos.

Em parceria com o executivo municipal, firmam contratos com "faculdades" de qualificação acadêmica duvidosa, com vistas a promoção financeira dos professores em suas carreiras, sem exigência compensatórias que gerem avanços nas aprendizagem dos alunos, gerando como resultado final a sub-qualificação discente e o fracasso da educação pública brasileira.

É necessário, com urgência, ao se discutir a qualidade da educação pública brasileira, investigar mais a fundo essas engrenagens que "movimentam" essa maquinaria perversa e subversiva que atua nos sistemas públicos educacionais brasileiro.

Políticas educacionais infladas de faz-de-conta bancadas pelas contas gordas da educação.

Lamentável!

quinta-feira, 5 de setembro de 2024

ESCRAVOS MODERNOS


Marcello Dhias (05/09/2024)


Suposto afrodescendente de escravos.

Eu cravo sem pregar.

Se você se considera liberto.

Por que se esconde sem reclamar?


Por que carregar quilos no lombo?

Se a lei diz que seu corpo é livre?

Diferente dos tempos de Colombo.

Quando seus antepassados, acorrentados, viviam tristes?


Por que homem e mulher de pele escura?

Você não pode ser uma pessoa direita?

Sem se penalizar e aquilombar-se nessa amargura?

Que preto só sobrevive se for na espreita?


Você acredita que carregando um coletivo.

Isso te faz mais forte e bem quisto?

No fundo sabemos que o seu objetivo.

É ser livre, viver como um branco e ser visto.


Humanos se agrupam desde os primórdios,

E a sociedade injusta foi, é e será.

Seus modernos donos te usam, atiçando seu ódio.

Mantendo seu corpo solto e sua mente presa, oxalá!


Por que a subversiva esquerda, deve-se associar?

Quando a liberdade que estais a desejar.

Você já a tem, basta entender e experimentar.

Se endireita mameluco(a), é hora de se libertar!!!


terça-feira, 16 de julho de 2024

O desfecho da cena

É como se eu não tivesse existido ali.
Mas eu teria que ficar pra compreender e ver ao vivo, o desfecho, me deixo, me deixa.
Afinal, são humanos em suas buscas incessantes, de algo que faça sentido, contidos, entretidos.
Eu, aguçando os sentidos.
Minhas percepções que colecionei até então.
Precisava ver como as histórias iriam terminar naquela noite.
O enredo, repetido, previsto, mas desejado.
O máximo de limite que aquelas almas, dentre elas a minha, estavam buscando.
Falhas, sentidos, desilusões, desarranjos da jornada.
Um escape, um suspiro da tentativa de fugir.
Do eterno retorno, da volta ao começo.
Quiça uma fuga, algo que toca, para justificar, tentar, entender, as asas na costa.
O eterno desfecho da cena!
Tão previsível, mas desejado, repetido.
DeseJado, DeJavu, DJ!
Devenir, Martelo!
Repetir do devir, a ser.
O desfecho, da cena!

quinta-feira, 4 de abril de 2024

Com qual RAÇA você se identifica? Eu? Melânico.

Com qual RAÇA você se identifica? Eu? Melânico.

Enquanto os "teóricos" sociais do LGBT-AZ, só acrescentam letras e sinais nesta sigla eterna, visando cooptar mais adeptos contra a trilogia "Homem, Branco e Hetero" e aumentar o tensionamento do "nós contra eles", proponho uma nova classificação, baseada na ciência, para se referir à característica fenotípica, "tom de pele" dos seres humanos.

Ela se baseia na cor e na quantidade de MELANINA presente nas células (melanócitos e queratinócitos) da nossa pele, pêlos e cabelos, pigmento esse que é responsável para proteger o nosso DNA das radiações solares.

Isso explica porque pessoas oriundas de áreas mais ensolaradas do nosso planeta, são eumelânicos.

* EUMELÂNICO (para pardos e pretos)
* FEOMELÂNICO (para brancos, amarelos e vermelhos)
* AMELÂNICO (para albinos)

Já pensou uma manchete assim:

HOMEM FEOMELÂNICO É PRESO POR DIRIGIR EMBRIAGADO.

HOMEM EUMELÂNICO É PRESO POR DIRIGIR EMBRIAGADO.

A nossa preocupação vai se voltar para "o que" esse homem fez e não para a narrativa, para vender mais e/ou engrossar dissertações e teses acadêmicas das ciências sociais, que insiste em associar a "cor da pele" ao ato de prisão desse indivíduo.

Se a manchete for acompanhada por uma foto, a tonalidade da pele desse homem, para quem se interessar em saber e que não tem nada a ver com a infração penal que foi cometida, será facilmente identificável, não sendo portanto, necessário informá-la.

Futuramente, depois que a sociedade incorporar o uso cotidiano dessa nova classificação simplificada, ela poderá ser suprimida de vez e a manchete ficaria assim:

HOMEM É PRESO POR DIRIGIR EMBRIAGADO.

Acredito que assim se dará o combate efetivo ao tal "racismo" que, para as ciências biológicas, não se sustenta, pois na espécie humana não existem RAÇAS, distinções essas que as "ciências sociais" insistem em manter "vivas" para embasar suas teorias defasadas.

O conhecimento científico acumulado sobre o DNA humano comprova isso.